


O projeto começou em 2023 em um seminário interdisciplinar de saúde pública e direito. Ao tabularmos centenas de questionários anônimos, percebemos que práticas abusivas eram sistematicamente tratadas como desfechos normais do parto.
Reunimos estudantes de enfermagem, psicologia e ciências jurídicas para produzir cartilhas de consentimento e mapear profissionais comprometidas com evidências científicas e escuta sem julgamento.
Quatro frentes de atuação
Pesquisa de campo
Catalogação de direitos
Formação de rede
Suporte comunitário
Levantamento contínuo de dados e escuta orientada de relatos anônimos sobre rotinas obstétricas em maternidades públicas e clínicas particulares.
Tradução da legislação vigente e das recomendações da OMS em guias objetivos sobre consentimento informado e elaboração do plano de parto.
Verificação criteriosa de doulas, médicas e psicólogas com histórico comprovado de prática humanizada e respeito à autonomia corporal.
Encontros periódicos de acolhimento mútuo, esclarecimento jurídico gratuito e encaminhamento direto para profissionais parceiras.
O parto digno é um direito humano inegociável. Reconhecer a violência e amparar quem passou por ela é devolver a soberania a cada corpo.
Coletivo Isso Tem Nome
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